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Vazamento de esgoto persiste há meses e provoca riscos estruturais e ambientais em condomínio de Londrina

Moradores do Condomínio Igapó 2 denunciam mau cheiro constante, danos aos pavers e ameaça de contaminação, após seis chamados à Sanepar sem solução definitiva.

Vazamento de esgoto persiste há meses e provoca riscos estruturais e ambientais em condomínio de Londrina
Foto: Foto: Reprodução

O Condomínio Igapó 2, localizado na Rua Graúna, zona leste de Londrina, enfrenta um grave e persistente vazamento de esgoto que há meses preocupa moradores, gestores e especialistas em infraestrutura condominial. Segundo o síndico Cleber Luiz Anizelli da Silva, já foram registrados seis chamados à Sanepar desde outubro — todos sem uma solução definitiva para a situação, que se agrava com o passar do tempo.

Mesmo quando a água acumulada seca devido ao forte sol, o mau cheiro permanece constante, afetando o bem-estar e a rotina dos moradores. Além do incômodo, o esgoto corrente tem provocado danos aos pavers instalados pelos próprios condôminos, comprometendo a pavimentação e gerando custos adicionais ao condomínio.

Outro ponto preocupante é que o vazamento já chegou a expor a base de um poste, elevando o risco de acidentes e colocando em evidência o impacto estrutural da infiltração contínua. A água contaminada escorre também pela Rua José de Vasconcelos, potencializando o risco de contaminação do solo e levantando alertas ambientais.

Moradores temem que, sem uma intervenção eficaz, os danos se tornem irreversíveis e avancem para problemas mais graves, tanto na infraestrutura interna quanto no entorno do condomínio. A situação evidencia a importância de respostas rápidas das concessionárias de saneamento e reforça a necessidade de monitoramento rigoroso de ocorrências que envolvem esgoto e infiltrações.

Em nota, a Sanepar informou que enviará uma equipe ao local nas próximas horas para avaliar a situação e dar continuidade ao reparo. No entanto, a recorrência dos episódios e a falta de uma solução efetiva reforçam a urgência de uma ação definitiva.

Para especialistas, casos como o do Igapó 2 mostram que falhas persistentes em redes de esgoto podem gerar prejuízos ambientais, riscos estruturais e instabilidade na convivência condominial. Síndicos e moradores devem acompanhar de perto o processo de reparo, documentar todas as ocorrências e, se necessário, formalizar o caso junto aos órgãos fiscalizadores.

A situação no Condomínio Igapó 2 acende um importante alerta sobre a necessidade de manutenção contínua, fiscalização ativa e resposta eficiente das empresas responsáveis pelo saneamento básico, garantindo a segurança, a saúde e a qualidade de vida dos moradores.

Fonte: Tarobá