Trabalhador fica com perna presa em elevador durante serviço em prédio na Ponta Verde (AL)
Acidente ocorreu enquanto o profissional realizava pintura externa do equipamento; elevador desceu inesperadamente e prendeu a perna da vítima entre as ferragens.

Um acidente envolvendo um elevador mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na tarde desta segunda-feira (24), em um edifício situado na Avenida Álvaro Otacílio, no bairro da Ponta Verde, em Maceió. Um trabalhador de 39 anos teve a perna presa às ferragens do equipamento enquanto realizava um serviço de pintura na parte externa do elevador.
De acordo com o CBMAL, o equipamento estava devidamente sinalizado como “em serviço”, porém desceu de forma inesperada durante a execução do trabalho, prendendo o pé direito da vítima entre a estrutura do elevador e o conjunto de contrapesos. Apesar do forte impacto, não houve esmagamento, mas o trabalhador apresentou dores intensas e suspeita de fratura.
Para realizar o resgate, os bombeiros precisaram utilizar um macaco hidráulico para afastar as ferragens e liberar o membro do profissional. A ação contou com a participação de seis militares e duas viaturas especializadas, dada a complexidade da ocorrência.
Após ser retirado com segurança, o trabalhador recebeu atendimento inicial da Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU, sendo medicado e estabilizado no local. Em seguida, ele foi conduzido pela equipe de Auto Resgate (AR) ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde passaria por avaliação médica mais detalhada.
Até o momento, o estado de saúde da vítima não foi atualizado oficialmente.
Especialistas em segurança predial e manutenção de equipamentos reforçam que o caso evidencia a importância de protocolos rígidos durante intervenções em elevadores, incluindo bloqueio total do sistema, isolamento da área e supervisão técnica constante. Ocorrências desse tipo mostram como falhas operacionais ou interferências inesperadas podem colocar vidas em risco e gerar responsabilidades civis significativas para condomínios e empresas prestadoras de serviço.
Fonte: Alagoas 24horas