Polícia apreende mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo dentro de condomínio no Amapá
Operação Testa de Ferro investiga origem dos valores encontrados em residência de condomínio em Macapá e possível esquema de lavagem de dinheiro

Polícia apreende mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo dentro de condomínio no Amapá
Mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo foram apreendidos pela Polícia Civil do Amapá dentro de uma residência localizada em um condomínio na Rodovia Duca Serra, na Zona Oeste de Macapá. A apreensão ocorreu na sexta-feira (18), durante a Operação Testa de Ferro, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa com atuação no estado.
Segundo a investigação, os valores estavam armazenados de maneira a dificultar sua identificação. As cédulas foram colocadas em caixas identificadas como se transportassem peças de motocicletas e cobertas com capas de chuva. A polícia aponta que o dinheiro teria chegado ao Amapá vindo de Santarém, no Pará.
Apreensão ocorreu dentro de residência em condomínio
A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio de outros órgãos de investigação. O imóvel localizado dentro do condomínio era utilizado para armazenar o dinheiro que estava sob investigação.
De acordo com a Polícia Civil, a operação é resultado de uma investigação que começou em maio do ano passado e passou a acompanhar empresas suspeitas de movimentar recursos relacionados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
A localização dos valores em um condomínio residencial chama atenção para a utilização de imóveis particulares como parte de estruturas investigadas pelas autoridades. A presença do dinheiro no local, entretanto, não significa que o empreendimento ou os demais moradores tenham qualquer relação com os fatos apurados.
Dinheiro estava escondido em caixas
A forma de armazenamento dos valores foi um dos elementos que chamou a atenção dos investigadores.
As cédulas estavam acondicionadas em caixas identificadas como peças para motocicletas. Segundo a polícia, a estratégia teria sido utilizada para dificultar a identificação do conteúdo durante o transporte.
A investigação aponta que parte dos recursos teria sido movimentada a partir de Santarém. O delegado Estéfano Santos informou que pessoas envolvidas no esquema teriam experiência em movimentar grandes quantidades de dinheiro em espécie e que saques realizados fora do estado contribuíram para levantar suspeitas.
Além do dinheiro encontrado no imóvel, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 3 milhões em contas bancárias. Dois veículos também foram apreendidos durante a operação.
Polícia investiga possível lavagem de dinheiro
A Operação Testa de Ferro apura a existência de um esquema de lavagem de dinheiro supostamente ligado a uma facção criminosa originada no Rio de Janeiro e com atuação no Amapá.
Segundo os investigadores, empresas teriam sido utilizadas para movimentar recursos. Uma delas estaria formalmente registrada como uma loja de motos aquáticas, mas a sede indicada nos documentos funcionaria em uma casa abandonada em Macapá.
A polícia passou a monitorar movimentações consideradas suspeitas e identificou saques elevados realizados nos últimos dias que antecederam a operação.
O objetivo agora é estabelecer a origem dos recursos, identificar o caminho percorrido pelo dinheiro e apontar quais pessoas ou empresas teriam participado da movimentação.
Anotações levantaram hipótese sobre finalidade eleitoral
Durante as buscas, os investigadores também encontraram anotações que, segundo o delegado responsável, levantaram a hipótese de que parte do dinheiro poderia ser utilizada para uma finalidade relacionada às eleições.
Essa possibilidade, porém, ainda não foi confirmada. A Polícia Civil informou que a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos poderá contribuir para esclarecer o destino dos recursos e verificar a existência de eventual relação com atividades eleitorais.
A investigação, portanto, permanece em andamento, e as hipóteses levantadas pelas autoridades ainda dependem da análise das provas e da conclusão das diligências.
Dois homens foram presos
Durante o cumprimento dos mandados, Caio César Santos Pereira e Luis Felipe Amorim Ferreira foram presos em flagrante. Posteriormente, as prisões foram convertidas em preventivas, segundo informações divulgadas sobre a operação.
Os investigados são alvo da apuração sobre a movimentação dos valores e o possível esquema de lavagem de dinheiro. A defesa dos dois homens não havia sido localizada pelo g1 até a última atualização da reportagem consultada.
As autoridades continuam trabalhando para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a participação de empresas e pessoas que teriam movimentado os recursos.
Operação resultou em bloqueio de aproximadamente R$ 5 milhões
Considerando o dinheiro encontrado fisicamente e os valores bloqueados em contas bancárias, a operação atingiu aproximadamente R$ 5 milhões.
A apreensão em espécie foi apontada pela Polícia Civil como a maior já realizada no Amapá. O Diário do Amapá informou que a ação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
Além de interromper a movimentação dos recursos investigados, a medida permite que os investigadores aprofundem a análise financeira do suposto esquema e identifiquem possíveis conexões entre as empresas monitoradas e os valores apreendidos.
Investigação deve avançar sobre origem e destino dos valores
A etapa seguinte da Operação Testa de Ferro envolve a análise dos equipamentos eletrônicos e dos demais materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados.
A Polícia Civil busca esclarecer de onde veio o dinheiro, para onde seria levado e quem teria participação na movimentação dos recursos. A investigação também deverá verificar a relação entre as empresas monitoradas e a organização criminosa apontada pelas autoridades.
O fato de os valores terem sido encontrados dentro de uma residência localizada em condomínio representa apenas o local da apreensão e não estabelece, por si só, qualquer envolvimento do condomínio, da administração ou dos demais moradores no caso.
Enquanto as diligências prosseguem, os valores permanecem sob custódia das autoridades e os investigados respondem às medidas judiciais determinadas no curso da investigação.
O caso ainda poderá ter novos desdobramentos à medida que os investigadores concluam a análise das provas e esclareçam a origem e o destino dos mais de R$ 2 milhões apreendidos.
Polícia apreende mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo dentro de condomínio no Amapá
Mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo foram apreendidos pela Polícia Civil do Amapá dentro de uma residência localizada em um condomínio na Rodovia Duca Serra, na Zona Oeste de Macapá. A apreensão ocorreu na sexta-feira (18), durante a Operação Testa de Ferro, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa com atuação no estado.
Segundo a investigação, os valores estavam armazenados de maneira a dificultar sua identificação. As cédulas foram colocadas em caixas identificadas como se transportassem peças de motocicletas e cobertas com capas de chuva. A polícia aponta que o dinheiro teria chegado ao Amapá vindo de Santarém, no Pará.
Apreensão ocorreu dentro de residência em condomínio
A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio de outros órgãos de investigação. O imóvel localizado dentro do condomínio era utilizado para armazenar o dinheiro que estava sob investigação.
De acordo com a Polícia Civil, a operação é resultado de uma investigação que começou em maio do ano passado e passou a acompanhar empresas suspeitas de movimentar recursos relacionados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
A localização dos valores em um condomínio residencial chama atenção para a utilização de imóveis particulares como parte de estruturas investigadas pelas autoridades. A presença do dinheiro no local, entretanto, não significa que o empreendimento ou os demais moradores tenham qualquer relação com os fatos apurados.
Dinheiro estava escondido em caixas
A forma de armazenamento dos valores foi um dos elementos que chamou a atenção dos investigadores.
As cédulas estavam acondicionadas em caixas identificadas como peças para motocicletas. Segundo a polícia, a estratégia teria sido utilizada para dificultar a identificação do conteúdo durante o transporte.
A investigação aponta que parte dos recursos teria sido movimentada a partir de Santarém. O delegado Estéfano Santos informou que pessoas envolvidas no esquema teriam experiência em movimentar grandes quantidades de dinheiro em espécie e que saques realizados fora do estado contribuíram para levantar suspeitas.
Além do dinheiro encontrado no imóvel, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 3 milhões em contas bancárias. Dois veículos também foram apreendidos durante a operação.
Polícia investiga possível lavagem de dinheiro
A Operação Testa de Ferro apura a existência de um esquema de lavagem de dinheiro supostamente ligado a uma facção criminosa originada no Rio de Janeiro e com atuação no Amapá.
Segundo os investigadores, empresas teriam sido utilizadas para movimentar recursos. Uma delas estaria formalmente registrada como uma loja de motos aquáticas, mas a sede indicada nos documentos funcionaria em uma casa abandonada em Macapá.
A polícia passou a monitorar movimentações consideradas suspeitas e identificou saques elevados realizados nos últimos dias que antecederam a operação.
O objetivo agora é estabelecer a origem dos recursos, identificar o caminho percorrido pelo dinheiro e apontar quais pessoas ou empresas teriam participado da movimentação.
Anotações levantaram hipótese sobre finalidade eleitoral
Durante as buscas, os investigadores também encontraram anotações que, segundo o delegado responsável, levantaram a hipótese de que parte do dinheiro poderia ser utilizada para uma finalidade relacionada às eleições.
Essa possibilidade, porém, ainda não foi confirmada. A Polícia Civil informou que a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos poderá contribuir para esclarecer o destino dos recursos e verificar a existência de eventual relação com atividades eleitorais.
A investigação, portanto, permanece em andamento, e as hipóteses levantadas pelas autoridades ainda dependem da análise das provas e da conclusão das diligências.
Dois homens foram presos
Durante o cumprimento dos mandados, Caio César Santos Pereira e Luis Felipe Amorim Ferreira foram presos em flagrante. Posteriormente, as prisões foram convertidas em preventivas, segundo informações divulgadas sobre a operação.
Os investigados são alvo da apuração sobre a movimentação dos valores e o possível esquema de lavagem de dinheiro. A defesa dos dois homens não havia sido localizada pelo g1 até a última atualização da reportagem consultada.
As autoridades continuam trabalhando para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a participação de empresas e pessoas que teriam movimentado os recursos.
Operação resultou em bloqueio de aproximadamente R$ 5 milhões
Considerando o dinheiro encontrado fisicamente e os valores bloqueados em contas bancárias, a operação atingiu aproximadamente R$ 5 milhões.
A apreensão em espécie foi apontada pela Polícia Civil como a maior já realizada no Amapá. O Diário do Amapá informou que a ação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
Além de interromper a movimentação dos recursos investigados, a medida permite que os investigadores aprofundem a análise financeira do suposto esquema e identifiquem possíveis conexões entre as empresas monitoradas e os valores apreendidos.
Investigação deve avançar sobre origem e destino dos valores
A etapa seguinte da Operação Testa de Ferro envolve a análise dos equipamentos eletrônicos e dos demais materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados.
A Polícia Civil busca esclarecer de onde veio o dinheiro, para onde seria levado e quem teria participação na movimentação dos recursos. A investigação também deverá verificar a relação entre as empresas monitoradas e a organização criminosa apontada pelas autoridades.
O fato de os valores terem sido encontrados dentro de uma residência localizada em condomínio representa apenas o local da apreensão e não estabelece, por si só, qualquer envolvimento do condomínio, da administração ou dos demais moradores no caso.
Enquanto as diligências prosseguem, os valores permanecem sob custódia das autoridades e os investigados respondem às medidas judiciais determinadas no curso da investigação.
O caso ainda poderá ter novos desdobramentos à medida que os investigadores concluam a análise das provas e esclareçam a origem e o destino dos mais de R$ 2 milhões apreendidos.
Polícia apreende mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo dentro de condomínio no Amapá
Mais de R$ 2 milhões em dinheiro vivo foram apreendidos pela Polícia Civil do Amapá dentro de uma residência localizada em um condomínio na Rodovia Duca Serra, na Zona Oeste de Macapá. A apreensão ocorreu na sexta-feira (18), durante a Operação Testa de Ferro, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a uma organização criminosa com atuação no estado.
Segundo a investigação, os valores estavam armazenados de maneira a dificultar sua identificação. As cédulas foram colocadas em caixas identificadas como se transportassem peças de motocicletas e cobertas com capas de chuva. A polícia aponta que o dinheiro teria chegado ao Amapá vindo de Santarém, no Pará.
Apreensão ocorreu dentro de residência em condomínio
A operação foi realizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), com apoio de outros órgãos de investigação. O imóvel localizado dentro do condomínio era utilizado para armazenar o dinheiro que estava sob investigação.
De acordo com a Polícia Civil, a operação é resultado de uma investigação que começou em maio do ano passado e passou a acompanhar empresas suspeitas de movimentar recursos relacionados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
A localização dos valores em um condomínio residencial chama atenção para a utilização de imóveis particulares como parte de estruturas investigadas pelas autoridades. A presença do dinheiro no local, entretanto, não significa que o empreendimento ou os demais moradores tenham qualquer relação com os fatos apurados.
Dinheiro estava escondido em caixas
A forma de armazenamento dos valores foi um dos elementos que chamou a atenção dos investigadores.
As cédulas estavam acondicionadas em caixas identificadas como peças para motocicletas. Segundo a polícia, a estratégia teria sido utilizada para dificultar a identificação do conteúdo durante o transporte.
A investigação aponta que parte dos recursos teria sido movimentada a partir de Santarém. O delegado Estéfano Santos informou que pessoas envolvidas no esquema teriam experiência em movimentar grandes quantidades de dinheiro em espécie e que saques realizados fora do estado contribuíram para levantar suspeitas.
Além do dinheiro encontrado no imóvel, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 3 milhões em contas bancárias. Dois veículos também foram apreendidos durante a operação.
Polícia investiga possível lavagem de dinheiro
A Operação Testa de Ferro apura a existência de um esquema de lavagem de dinheiro supostamente ligado a uma facção criminosa originada no Rio de Janeiro e com atuação no Amapá.
Segundo os investigadores, empresas teriam sido utilizadas para movimentar recursos. Uma delas estaria formalmente registrada como uma loja de motos aquáticas, mas a sede indicada nos documentos funcionaria em uma casa abandonada em Macapá.
A polícia passou a monitorar movimentações consideradas suspeitas e identificou saques elevados realizados nos últimos dias que antecederam a operação.
O objetivo agora é estabelecer a origem dos recursos, identificar o caminho percorrido pelo dinheiro e apontar quais pessoas ou empresas teriam participado da movimentação.
Anotações levantaram hipótese sobre finalidade eleitoral
Durante as buscas, os investigadores também encontraram anotações que, segundo o delegado responsável, levantaram a hipótese de que parte do dinheiro poderia ser utilizada para uma finalidade relacionada às eleições.
Essa possibilidade, porém, ainda não foi confirmada. A Polícia Civil informou que a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos poderá contribuir para esclarecer o destino dos recursos e verificar a existência de eventual relação com atividades eleitorais.
A investigação, portanto, permanece em andamento, e as hipóteses levantadas pelas autoridades ainda dependem da análise das provas e da conclusão das diligências.
Dois homens foram presos
Durante o cumprimento dos mandados, Caio César Santos Pereira e Luis Felipe Amorim Ferreira foram presos em flagrante. Posteriormente, as prisões foram convertidas em preventivas, segundo informações divulgadas sobre a operação.
Os investigados são alvo da apuração sobre a movimentação dos valores e o possível esquema de lavagem de dinheiro. A defesa dos dois homens não havia sido localizada pelo g1 até a última atualização da reportagem consultada.
As autoridades continuam trabalhando para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a participação de empresas e pessoas que teriam movimentado os recursos.
Operação resultou em bloqueio de aproximadamente R$ 5 milhões
Considerando o dinheiro encontrado fisicamente e os valores bloqueados em contas bancárias, a operação atingiu aproximadamente R$ 5 milhões.
A apreensão em espécie foi apontada pela Polícia Civil como a maior já realizada no Amapá. O Diário do Amapá informou que a ação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
Além de interromper a movimentação dos recursos investigados, a medida permite que os investigadores aprofundem a análise financeira do suposto esquema e identifiquem possíveis conexões entre as empresas monitoradas e os valores apreendidos.
Investigação deve avançar sobre origem e destino dos valores
A etapa seguinte da Operação Testa de Ferro envolve a análise dos equipamentos eletrônicos e dos demais materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados.
A Polícia Civil busca esclarecer de onde veio o dinheiro, para onde seria levado e quem teria participação na movimentação dos recursos. A investigação também deverá verificar a relação entre as empresas monitoradas e a organização criminosa apontada pelas autoridades.
O fato de os valores terem sido encontrados dentro de uma residência localizada em condomínio representa apenas o local da apreensão e não estabelece, por si só, qualquer envolvimento do condomínio, da administração ou dos demais moradores no caso.
Enquanto as diligências prosseguem, os valores permanecem sob…