Minha Casa Minha Vida atinge mais de 1 milhão em Pernambuco
Ampliação dos limites de renda e valores financiáveis amplia acesso à casa própria em 185 municípios do estado

Um estudo inédito aponta que as recentes mudanças no programa habitacional Minha Casa Minha Vida beneficiarão mais de 1 milhão de famílias em Pernambuco, ampliando o acesso à casa própria em 185 municípios do estado.
A reformulação foi aprovada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e inclui ajustes nos limites de renda das famílias elegíveis e nos valores máximos de imóveis financiáveis pelo programa.
Segundo o estudo realizado pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi‑PE) e pela BCB Inteligência, a ampliação das faixas de renda permitiu que um número maior de famílias pernambucanas se qualificasse para o programa, impulsionando o alcance social da iniciativa.
As alterações foram motivadas pelo aumento da renda média da população e pela necessidade de adequar o programa à elevação dos custos dos imóveis no mercado. Com isso, famílias que antes ficavam fora dos critérios agora podem acessar condições especiais de financiamento habitacional com subsídios e juros mais atrativos.
A medida tem potencial de reduzir o déficit habitacional em Pernambuco e fortalecer o setor de construção civil ao dinamizar a demanda por moradia popular e facilitar a circulação de crédito imobiliário no estado.
Especialistas destacam que a iniciativa não só amplia o acesso à moradia, mas também estimula investimentos e pode gerar efeitos positivos na economia local, com impacto nas cadeias produtivas relacionadas à construção civil e serviços correlatos.
Para os futuros beneficiários, as mudanças significam uma chance real de conquistar a casa própria em um momento de restrições no mercado imobiliário tradicional, ampliando a inclusão social e promovendo maior estabilidade residencial para milhares de famílias.
A expectativa é que as novas diretrizes ampliem ainda mais o papel do programa no acesso à moradia digna, reforçando sua importância como política pública habitacional estratégica para o desenvolvimento urbano e social no estado.
Fonte: Diário de Pernambuco