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Morador faz música para reclamar de síndico e viraliza com críticas à gestão do condomínio

Com violão na rua, morador transforma insatisfação com multas e reclamações em música dedicada ao síndico identificado como Cláudio

Morador faz música para reclamar de síndico e viraliza com críticas à gestão do condomínio

Um vídeo inusitado tem chamado a atenção ao mostrar até onde pode ir a insatisfação de um morador com a administração de seu condomínio.

Para evitar processos judiciais, um homem decidiu transformar sua frustração em uma performance musical. Com um violão no meio da rua, ele compôs uma "música" dedicada exclusivamente ao síndico de seu prédio, identificado como Cláudio.

Logo no início da gravação, o morador, vestido de preto e segurando o instrumento, explica a motivação inusitada por trás da canção:

"Essa música eu fiz para o síndico do meu prédio porque se eu falar para ele o que eu penso, ele pode me processar. E com um violão aqui, pelo menos tem licença poética"

O que se segue é uma sequência indignada de acordes fortes acompanhados de um refrão bastante direto e nada sutil: "Vai se foder, Cláudio!". Entre as repetições do xingamento, o morador aproveita os versos para expor publicamente os motivos de sua revolta contra a gestão do síndico.

A primeira grande queixa envolve seus animais de estimação. O autor da música relata uma tentativa de penalização financeira por parte do condomínio:

"Você tentou me dar multa por ter seis gatos na minha casa, você quis que eu tirasse meus gatos da minha casa? Está ficando louco? Quer prejudicar meus gatos?"

Outro ponto de forte atrito entre os dois é o ar-condicionado do apartamento. Segundo o morador, Cláudio o incomoda constantemente reclamando que o aparelho pinga água na área externa. Durante a performance, ele aproveita para dar uma explicação técnica e exaltada ao administrador:

"Mas é lógico! É isso que o ar-condicionado faz, Cláudio! Ele faz troca de temperatura, por isso que ele tem uma mangueirinha do lado de fora!"

O vídeo termina com o morador repetindo o refrão revoltado, deixando claro que a convivência no prédio está longe de ser pacífica. A cena ilustra os conflitos clássicos e diários da vida em condomínio, mas elevados a um novo patamar de criatividade, exaustão e falta de paciência.