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Mini no-break explode e quase provoca incêndio em apartamento de Florianópolis; morador faz alerta

Dispositivo comprado pela internet por R$ 169 soltou fumaça, explodiu e lançou faíscas dentro do imóvel; caso reforça necessidade de certificação e homologação de equipamentos usados em condomínios.

Mini no-break explode e quase provoca incêndio em apartamento de Florianópolis; morador faz alerta
Foto: Foto: Reprodução

Mini no-break explode e quase provoca incêndio em apartamento de Florianópolis; caso acende alerta para riscos em condomínios

Um equipamento comprado pela internet por R$ 169 quase provocou um incêndio em um apartamento de Florianópolis, levantando um alerta importante sobre o uso de dispositivos elétricos sem certificação em condomínios. O mini no-break, adquirido em uma plataforma asiática, começou a soltar fumaça, explodiu e lançou faíscas enquanto alimentava o roteador do imóvel.

O próprio morador registrou o ocorrido em vídeo, explicando que o aparelho havia sido recomendado por seguidores e prometia manter o Wi-Fi funcionando por mais de duas horas durante quedas de energia — recurso muito utilizado por moradores que trabalham em home office. No entanto, o que parecia uma solução prática tornou-se um risco real.

Nas imagens, o dispositivo aparece totalmente destruído, ao lado de uma toalha usada para tentar conter as chamas. Segundo o relato, três baterias explodiram e lançaram estilhaços dentro do apartamento, queimando parte dos pelos do braço do morador. Ele afirma que virou o rosto segundos antes da explosão, o que evitou ferimentos graves.

As marcas deixadas pelo fogo ficaram visíveis no piso, no armário e no próprio equipamento. O morador destacou que, se ninguém estivesse em casa, o incêndio poderia ter se alastrado, comprometendo o imóvel e colocando outros moradores do condomínio em risco.

O produto — comprado na Shopee — funcionava como um mini gerador conectado diretamente ao roteador, mantendo o sistema ativo quando a energia acabava. Após o incidente, o morador reforçou no vídeo que o equipamento está “totalmente reprovado” e afirmou que não irá mais recomendar modelos semelhantes.

A situação repercutiu fortemente nas redes sociais, com internautas comentando a importância de evitar dispositivos de procedência duvidosa, especialmente quando usados em ambientes condominiais. Especialistas em segurança alertam que produtos sem homologação e certificação podem causar curto-circuitos, incêndios e danos estruturais, colocando em risco moradores e patrimônio.

O episódio reforça a necessidade de condomínios e moradores adotarem boas práticas de segurança elétrica, priorizando dispositivos certificados, revisando instalações e evitando o uso de equipamentos que não atendem às normas brasileiras de segurança.

Fonte: Jornal Razão