Marido de síndica é preso por assédio em condomínio
Homem tentou apalpar e beijar à força a trabalhadora nas áreas comuns do prédio, gerando repercussão entre moradores

Marido de síndica é preso após assediar faxineira em condomínio de Belo Horizonte
Uma faxineira de 27 anos foi vítima de importunação sexual dentro de um condomínio residencial no bairro Nova Suíça, na região Oeste de Belo Horizonte (MG), na última sexta-feira (13/3). O suspeito é o marido da síndica do prédio, de 49 anos, que foi detido em flagrante após apalpar a vítima e tentar beijá-la à força, conforme informou a Polícia Civil.
De acordo com relatos, a funcionária realizava serviços de limpeza e conservação nas áreas comuns do condomínio quando o agressor se aproximou e trancou a porta, tentando forçar contato físico. A ação gerou grande apreensão entre os moradores, que acionaram imediatamente as autoridades.
A ocorrência foi registrada na Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual de Belo Horizonte, e o caso está sob investigação da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher da Polícia Civil. A instituição confirmou que medidas de proteção à vítima foram adotadas de forma imediata.
O suspeito permanece à disposição da Justiça, autuado por importunação sexual, enquanto o inquérito apura todos os detalhes do crime. A empresa de limpeza responsável pela contratação da faxineira também se envolveu, reforçando protocolos internos de segurança para proteger funcionários que atuam em condomínios.
Especialistas em segurança condominial destacam que episódios como este evidenciam a necessidade de políticas rigorosas de proteção aos trabalhadores terceirizados, bem como de canais efetivos para denúncias de assédio. Moradores e administradores devem atuar de forma preventiva para evitar que situações similares voltem a ocorrer.
O caso serve como alerta sobre os desafios na gestão condominial, especialmente em residenciais de grande porte, reforçando que segurança, convivência e respeito aos trabalhadores devem ser prioridades nas regras internas do condomínio.
Fonte: O Tempo