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Toguro reage a ocorrência de fogos em condomínio

Após vídeo mostrar queima de fogos em sacada de imóvel, influenciador afirma que “não estava lá”, enquanto polícia registra termo por perturbação do sossego

Influenciador Toguro nega participação em ocorrência policial por fogos disparados de apartamento em Balneário Camboriú
Foto: Foto: Reprodução

O influenciador digital e empresário conhecido como Toguro se posicionou publicamente após uma ocorrência policial desencadeada por fogos de artifício disparados a partir da sacada de um apartamento em um condomínio residencial de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, Toguro afirmou que “não estava lá” no momento em que a Polícia Militar foi acionada, gerando controvérsia sobre sua participação no episódio.

A ocorrência aconteceu após moradores do condomínio denunciarem barulho excessivo e risco à segurança causado pelos artefatos pirotécnicos lançados diretamente da varanda do apartamento. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, confirmou a utilização de fogos de artifício, que podem representar perigo em áreas residenciais densamente habitadas devido à proximidade de materiais inflamáveis e à possibilidade de provocar incêndios ou ferimentos.

Com base nas denúncias e nos registros visuais enviados por testemunhas, a corporação lavrou um termo circunstanciado por perturbação do sossego, qualificando a ação como conduta passível de responsabilização administrativa e eventual processo conforme as normas municipais e o Código Penal.

A resposta do influenciador à situação veio por meio de um vídeo em que ele afirma que não estava no apartamento no momento da abordagem policial, questionando a atuação da corporação em sua propriedade ou imóvel associado ao seu nome. A reação gerou debates nas redes, com apoiadores defendendo sua versão e críticos ressaltando que a responsabilidade por perturbação do sossego e segurança condominial independe da presença física de uma figura pública, mas sim da apuração dos fatos e dos envolvidos.

Especialistas em gestão condominial apontam que episódios como este ressaltam a necessidade de reforçar regras internas sobre queima de fogos, uso de pirotecnia e convivência harmoniosa em edificações verticais. Além das implicações legais, a perturbação do sossego pode afetar diretamente a tranquilidade e a qualidade de vida dos moradores, exigindo ações preventivas por parte de síndicos e administradoras.

O caso também reacende o debate sobre o papel das redes sociais na amplificação de conflitos que começam como ocorrências de convivência, mas ganham dimensões públicas ao envolverem influenciadores e figuras conhecidas.

Fonte: ND Mais