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Queda em piscina termina em morte no litoral de SP

Três mortes em menos de uma semana envolvendo piscinas acendem alerta sobre segurança em áreas comuns de condomínios no litoral norte paulista

Idosa morre após queda ao sair de piscina em condomínio de Caraguatatuba
Foto: Foto: Reprodução

Um acidente fatal registrado em um condomínio residencial de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo, resultou na morte de uma idosa de 67 anos e levantou um alerta sobre a segurança em áreas comuns, especialmente piscinas, durante o período de festas e alta temporada.

De acordo com as informações divulgadas, a idosa sofreu uma queda ao sair da piscina do condomínio, após escorregar em um desnível existente na área de circulação. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local, antes da chegada de equipes de socorro.

O caso integra um cenário ainda mais preocupante na região. Em menos de uma semana, outras duas mortes foram registradas em ocorrências distintas envolvendo piscinas: uma mulher adulta e um menino de apenas cinco anos também perderam a vida em acidentes semelhantes, segundo levantamento das autoridades locais.

As ocorrências reacendem o debate sobre a responsabilidade dos condomínios na manutenção adequada das áreas comuns, incluindo pisos antiderrapantes, sinalização de desníveis, corrimãos, guarda-corpos e fiscalização constante das condições de uso das piscinas.

Especialistas em gestão condominial alertam que piscinas são classificadas como áreas de risco e exigem cuidados redobrados por parte de síndicos e administradoras, especialmente em períodos de maior circulação de moradores e visitantes. A negligência em manutenção, projetos inadequados ou ausência de medidas preventivas pode resultar não apenas em tragédias humanas, mas também em responsabilização civil e judicial do condomínio.

Embora as circunstâncias específicas de cada ocorrência ainda sejam analisadas, os casos reforçam a importância da adoção de protocolos de segurança, vistorias técnicas periódicas e ações educativas junto aos moradores para prevenir novos acidentes.

As autoridades seguem apurando os episódios, enquanto o alerta permanece: segurança em áreas comuns não é opcional, mas um dever essencial da gestão condominial.

Fonte: R7