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Homem vira porteiro e mata ex-namorada em condomínio de SP

Marcela, de 20 anos, foi brutalmente assassinada por seu ex-companheiro, mesmo com medidas protetivas em vigor.

Homem vira porteiro e mata ex-namorada em condomínio de SP
Foto: Foto: Reprodução

Feminicídio em condomínio de São Paulo: ex-namorado se infiltra como porteiro e mata jovem com golpes de faca

Na madrugada do último domingo (28), o condomínio onde Marcela, de 20 anos, morava, no bairro de São Paulo, foi palco de um crime brutal. A jovem foi assassinada a facadas pelo seu ex-companheiro, Mateus, de 27 anos, que arquitetou um plano cruel para cometer o feminicídio. Ele se infiltrou como porteiro no condomínio onde Marcela residia, aproveitando-se da proximidade para executar o crime de forma premeditada.

Crime planejado e medidas protetivas ignoradas

O assassinato ocorreu no dia de aniversário de Marcela, quando ela retornava do trabalho. Mateus, que havia conseguido um emprego como porteiro no prédio, se aproveitou dessa posição para esperar o momento certo para atacar. Mesmo com duas medidas protetivas em vigor contra ele, que haviam sido concedidas devido a episódios anteriores de violência doméstica, o agressor conseguiu realizar o ataque. O crime aconteceu na entrada do condomínio, diante da filha de Marcela, o que gerou ainda mais choque entre os moradores.

Marcela não resistiu aos ferimentos após o ataque

Marcela foi rapidamente socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos, falecendo após quatro dias internada. O caso deixou a comunidade local em estado de choque, levantando questões sobre as falhas na aplicação das medidas protetivas e sobre a segurança nos condomínios, principalmente em relação à contratação de funcionários.

Falhas no cumprimento das medidas protetivas e na segurança condominial

A tragédia ressalta a fragilidade das medidas protetivas, que, apesar de terem sido decretadas pela Justiça, não impediram que Mateus se aproximasse de Marcela e cometesse o crime. Além disso, o fato de Mateus ter se infiltrado como porteiro no condomínio e ter arquitetado todo o plano revela uma falha no processo de segurança e verificação dos antecedentes dos funcionários contratados.

O papel dos síndicos e gestores de segurança

Este caso trágico serve como um alerta para síndicos, administradores e moradores de condomínios sobre a importância de garantir que os profissionais contratados, especialmente aqueles que terão acesso a áreas sensíveis, como porteiros, passem por rigorosas verificações de antecedentes. A segurança no ambiente condominial deve ser tratada com máxima seriedade, a fim de evitar tragédias como esta.

Fonte: R7