Noticias

Homem é morto pelo irmão em condomínio de Campinas

Vítima de 56 anos foi atacada na varanda da residência; polícia encontrou um martelo ensanguentado e deteve o suspeito

Captura de tela 2026-10-09 081222.webp
Foto: Reprodução

Um homem de 56 anos morreu após ser atacado pelo próprio irmão em uma residência localizada em um condomínio de luxo na região de Campinas, no interior de São Paulo. A vítima, identificada como Fábio Eduardo Caldas de Arruda Leite, foi golpeada na varanda da casa onde vivia com a família. O caso foi divulgado pela Record em 8 de outubro de 2026.

Segundo informações preliminares da investigação, o suspeito, Luís Fernando Leite, de 46 anos, teria discutido com o irmão antes do ataque. O motivo do desentendimento não havia sido esclarecido até a publicação da reportagem.

Suspeito teria retornado ao condomínio

De acordo com a Record, Luís Fernando informou à portaria que precisava buscar pertences na residência da família. Depois de deixar o local, ele teria retornado cerca de duas horas mais tarde e atacado Fábio na varanda do imóvel.

A polícia encontrou um martelo ensanguentado na residência e acredita que a ferramenta tenha sido utilizada no crime. A reportagem também menciona indícios de que um vaso pode ter sido usado durante a agressão. A confirmação dos detalhes da dinâmica do homicídio depende da investigação.

Vizinhos acionaram as autoridades

Os pedidos de socorro foram ouvidos por um vizinho, que acionou a polícia. Quando os agentes chegaram, encontraram Fábio caído na varanda e ainda com vida. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o ataque, Luís Fernando deixou o local e foi localizado posteriormente pelas forças policiais. Ele foi encaminhado a uma unidade de saúde para avaliação psiquiátrica e, depois, ficou sob custódia policial, à disposição da Justiça.

Investigação deve esclarecer as circunstâncias

A reportagem informa que o suspeito possui histórico de tratamento para esquizofrenia e havia recebido alta recentemente de uma clínica psiquiátrica. Essa informação integra o contexto apresentado pela emissora, mas, isoladamente, não esclarece a motivação do crime nem determina a responsabilidade penal do investigado.

O caso ocorreu dentro de uma residência particular, embora tenha mobilizado a polícia e exigido a atuação de vizinhos para pedir socorro. A investigação deverá apurar a sequência dos acontecimentos, as circunstâncias do ataque e os elementos que poderão ser utilizados no processo judicial.

O episódio também evidencia os limites dos procedimentos de portaria: o registro de acessos e a identificação de pessoas são medidas importantes para a segurança do condomínio, mas não impedem, por si só, atos de violência praticados por pessoas que já têm acesso autorizado ao local.