Agressão em portaria de condomínio em Ribeirão Preto
Agressão ocorreu no dia de Natal, foi registrada por câmeras de segurança e é investigada pela Delegacia de Defesa da Mulher

Um caso de violência doméstica registrado por câmeras de segurança dentro de um condomínio residencial em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, chama a atenção para os desafios da segurança condominial e da proteção às vítimas. Um homem de 21 anos agrediu a ex-namorada, de 19, na portaria do condomínio onde ela reside, no bairro Florestan Fernandes.
A ocorrência foi registrada na quinta-feira (25), dia de Natal, por volta das 7h40. As imagens, divulgadas posteriormente, mostram o agressor correndo em direção à jovem, que estava sentada em um banco na área de acesso do prédio. Ao perceber a aproximação, a vítima tentou se trancar do lado de dentro do condomínio.
Mesmo diante da tentativa de proteção, o homem conseguiu invadir o local ao chutar a porta de entrada e iniciou as agressões, desferindo chutes, socos e puxões de cabelo. Durante a ação, a jovem gritou por ajuda e pediu que o agressor parasse, alertando que ele poderia ser preso.
De acordo com o boletim de ocorrência, o casal manteve um relacionamento por cerca de dois anos e estava separado havia aproximadamente um mês. O agressor tentava reatar o relacionamento, mas a vítima não aceitava. Além das agressões físicas, o homem também quebrou o celular da jovem antes de deixar o local.
O suspeito foi identificado como Carlos Eduardo Galdino. Até a publicação desta matéria, ele não havia sido preso. A defesa do investigado não foi localizada.
A vítima registrou boletim de ocorrência por lesão corporal e violência doméstica. A Secretaria de Segurança Pública informou que o caso está sob investigação da Delegacia de Defesa da Mulher de Ribeirão Preto, que solicitou medida protetiva de urgência em favor da jovem.
O episódio reacende a discussão sobre protocolos de segurança em condomínios, o papel das portarias no controle de acesso e a importância da atuação rápida diante de situações de risco, reforçando a necessidade de integração entre gestão condominial, tecnologia e autoridades policiais.
Fonte: G1