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Fundo de reserva ajuda a proteger as finanças do condomínio

Especialista do Cerus destaca como o planejamento financeiro ajuda condomínios a enfrentar emergências sem comprometer o caixa ou recorrer a rateios

Fundo de reserva fortalece saúde financeira e reduz impactos de despesas inesperadas em condomínios
Foto: Imagem ilustrativa

Fundo de reserva fortalece a saúde financeira dos condomínios e evita impactos de despesas inesperadas

Especialista do Cerus explica por que a reserva financeira é essencial para enfrentar imprevistos, preservar o fluxo de caixa e garantir investimentos sem recorrer a rateios emergenciais

Vazamentos, falhas em elevadores, problemas elétricos, obras emergenciais e manutenções inesperadas fazem parte da rotina dos condomínios. Quando essas situações ocorrem sem uma reserva financeira adequada, o impacto costuma recair diretamente sobre os moradores, seja por meio de rateios extras, adiamento de obras ou até aumento da inadimplência.

Previsto na convenção de muitos empreendimentos, o fundo de reserva funciona como uma proteção financeira para cobrir despesas extraordinárias e garantir maior estabilidade ao fluxo de caixa. Segundo orientação do Secovi-SP, sua constituição normalmente corresponde a 5% a 10% da arrecadação mensal do condomínio, percentual definido na convenção condominial e aprovado em assembleia. A entidade também recomenda que os recursos sejam destinados prioritariamente a despesas emergenciais e recompostos sempre que utilizados.

A importância desse planejamento cresce diante da pressão sobre os custos dos condomínios. O Índice de Custos Condominiais (ICON), calculado pelo Secovi-SP, registrou alta acumulada de 4,62% nos 12 meses encerrados em novembro de 2025, refletindo o aumento das despesas com pessoal, manutenção e conservação.

Segundo Sarah Castro, diretora comercial do Cerus, o fundo de reserva deve ser encarado como uma ferramenta estratégica de gestão financeira e não apenas como uma exigência prevista na convenção.

"Assim como empresas mantêm reservas para enfrentar oscilações e realizar investimentos, os condomínios também precisam construir uma proteção financeira que lhes permita lidar com imprevistos sem comprometer o orçamento mensal ou recorrer a cobranças extraordinárias", afirma.

Além de garantir recursos para emergências, uma reserva financeira bem estruturada proporciona maior previsibilidade do caixa, assegura a continuidade dos serviços essenciais, amplia o poder de negociação com fornecedores e oferece mais segurança para executar obras de conservação e valorização do patrimônio.

Por outro lado, a ausência de planejamento pode trazer consequências importantes. Entre elas estão o esgotamento do caixa, o adiamento de manutenções preventivas que costumam resultar em custos ainda maiores no futuro, dificuldades para cumprir compromissos financeiros e conflitos entre moradores provocados pela necessidade de arrecadações emergenciais.

Para Sarah Castro, um dos erros mais comuns é acreditar que o fundo de reserva, sozinho, resolve todos os desafios financeiros do condomínio.

"Ter uma reserva é fundamental, mas ela precisa fazer parte de um planejamento financeiro mais amplo. É importante acompanhar o fluxo de caixa, controlar a inadimplência, revisar o orçamento periodicamente e avaliar as melhores alternativas quando surgem investimentos de maior porte."

De acordo com a executiva, utilizar integralmente o fundo para custear uma obra nem sempre representa a decisão mais eficiente.

"Dependendo da situação financeira do condomínio, preservar parte da reserva e recorrer a uma solução de crédito planejada pode ser mais vantajoso do que esvaziar o caixa e perder capacidade de resposta diante de uma nova emergência."

Especializada em soluções financeiras para condomínios, o Cerus apoia os empreendimentos na gestão da inadimplência, antecipação de recebíveis, acesso a crédito para investimentos e planejamento financeiro, permitindo que realizem melhorias sem comprometer seu equilíbrio orçamentário. Essas soluções permitem preservar a liquidez do condomínio e garantir que investimentos importantes sejam realizados sem comprometer sua saúde financeira.

"O fundo de reserva continua sendo um dos pilares da estabilidade financeira dos condomínios. Quando aliado a uma gestão profissional e ao planejamento de longo prazo, ele deixa de ser apenas uma proteção para se tornar um instrumento de valorização do patrimônio e de sustentabilidade financeira para toda a coletividade", conclui Sarah Castro.

Sobre o Cerus

Fundado em 2020, o Cerus se destaca por fornecer soluções financeiras que garantem tranquilidade aos condomínios em todo o Brasil, promovendo a valorização de seus patrimônios. A instituição é respaldada por um fundo de investimento que garante mais de R$ 720 milhões em recorrência em todo o Brasil, acumulando em todo período mais 2 bilhões em taxas garantidas. Entre os diferenciais estão transparência nas condições contratuais, setor dedicado de Sucesso do Cliente e tecnologia própria de operação.

Mais informações

Clezia Martins Gomes – cleziagomes@gmail.com – Cel: (11) 99112-6942

Ana Rosado – anacristinarosado@gmail.com – Cel.: (21) 98681-6203

Fonte: Cerus