Defesa civil interdita piscina de prédio em Balneário Camboriú
Estrutura da piscina apresentava rachaduras e sinais de comprometimento, levando à interdição preventiva para garantir a segurança dos moradores

A Defesa Civil interditou a piscina do Edifício Libertador, localizado no bairro Vila Real, em Balneário Camboriú, devido ao risco iminente de desabamento. A estrutura apresentava rachaduras e sinais de comprometimento, o que motivou a ação preventiva para garantir a segurança dos moradores.
Denúncias dos moradores
De acordo com os residentes do condomínio, o problema na estrutura da piscina seria resultado de obras mal executadas por um engenheiro contratado diretamente pelo síndico, sem consulta prévia ou aprovação dos condôminos. Além disso, o profissional em questão já teria realizado outras intervenções controversas no prédio, incluindo a instalação de uma placa publicitária que causou transtornos e precisou ser removida.
Moradores relataram preocupação com a falta de transparência na gestão condominial, destacando que a reforma da piscina foi aprovada em assembleia ainda em 2018, mas os serviços realizados não atenderam às expectativas nem garantiram a segurança necessária.
Postura do síndico e medidas adotadas
Segundo os relatos, o síndico tem adotado uma postura inflexível, impedindo inspeções técnicas presenciais e permitindo apenas avaliações remotas por meio de fotografias. Essa atitude tem gerado descontentamento entre os condôminos, que exigem uma solução definitiva para os problemas estruturais da piscina e das demais áreas comuns do condomínio.
Com a interdição da piscina, espera-se que novas providências sejam tomadas para corrigir as falhas estruturais e garantir a segurança dos moradores. A Defesa Civil segue acompanhando a situação e poderá exigir reparos emergenciais antes da liberação do uso da área de lazer.
Esse episódio reforça a necessidade de acompanhamento técnico rigoroso em obras condominiais e da transparência na administração de recursos destinados à manutenção predial, evitando riscos à segurança e prejuízos aos moradores.
Fonte: Diarinho