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Proteção às mulheres em condomínios ganha reforço

Especialistas destacam o papel de síndicos, funcionários e moradores na identificação de sinais de violência doméstica e na adoção de medidas de proteção às vítimas

Condomínios reforçam ações de proteção às mulheres e orientam como agir diante de casos de violência
Foto: Imagem ilustrativa

MP-SC se une a entidades do mercado imobiliário para combater a violência doméstica em condomínios

Iniciativa visa capacitar moradores e funcionários a identificar e denunciar casos de agressão; início das convenções partidárias para as Eleições 2026 e premiação de jornalista também foram destaques no Bom Dia SC.

O combate à violência contra a mulher ganhou um novo aliado em Santa Catarina. A Ouvidoria do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) reuniu-se com o Secovi (Sindicato da Habitação), entidade que representa empresas do mercado imobiliário, condomínios e shoppings centers, com o objetivo de fortalecer as ações de enfrentamento à violência doméstica nesses ambientes.

Construção de uma rede de proteção e informação

De acordo com o jornalista Anderson Silva, a parceria busca preparar e conscientizar quem vive ou trabalha nesses espaços para saber como agir diante de possíveis agressões.

"A ideia é fazer com que estes ambientes possam estar preparados — e aí quem vive nesses ambientes, quem está ali dentro — para saber como denunciar e como procurar ajuda diante de casos de violência contra a mulher e de violência doméstica".

O jornalista destacou que os condomínios residenciais reúnem dezenas ou até centenas de famílias em um mesmo local, tornando esses espaços propícios para a propagação de campanhas informativas. A iniciativa visa romper o isolamento das vítimas e combater o receio de vizinhos em interferirem nas situações.

  • Medo de relatar: É comum que as pessoas evitem se envolver por medo ou sob a justificativa de não "meter a colher" em briga de casal.

  • Segurança e engajamento: Com o apoio das entidades habitacionais, o Ministério Público pretende fazer com que as pessoas se sintam mais seguras para formalizar denúncias e colaborar com a rede de proteção estadual.

Fonte: G1