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Advogada é encontrada morta em apartamento de Campos

Moradora de 37 anos não era vista havia cerca de dois dias; perícia apontou causa da morte e investigação acompanha o caso

Advogada é encontrada morta dentro de apartamento em condomínio no Centro de Campos
Foto: Reprodução

Uma advogada de 37 anos foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, em um condomínio localizado na Rua Marechal Floriano, no Centro de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A ocorrência foi registrada na manhã desta quarta-feira (16).

A Polícia Militar foi acionada por um familiar da vítima depois que a zeladora do condomínio percebeu que a moradora não era vista havia aproximadamente dois dias. Ao verificar o imóvel, a funcionária encontrou a mulher sobre a cama e comunicou a situação ao familiar.

O atendimento policial foi realizado após o acionamento feito pelo primo da vítima. Um médico compareceu ao local e constatou o óbito. O apartamento passou por perícia e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necessários.

Durante a ocorrência, o familiar prestou informações aos policiais sobre a vida pessoal da advogada. Entre os relatos registrados estavam referências a um relacionamento da vítima e a um homem que, segundo o familiar, teria histórico de agressões contra ela. Essas informações foram apresentadas à polícia e passaram a integrar o contexto da apuração.

O celular encontrado próximo ao corpo foi apreendido e encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia, no Centro de Campos, onde a ocorrência foi registrada. O objetivo é reunir elementos que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

Inicialmente, a causa da morte não havia sido determinada pelo médico que esteve no apartamento. Por isso, o corpo foi levado ao IML para a realização dos exames periciais.

Posteriormente, informações divulgadas por veículos locais apontaram que o laudo do exame indicou choque séptico decorrente de pneumonia grave como causa da morte. A mesma apuração informou que não foram identificadas lesões corporais ou sinais de violência no corpo.

O caso também chama atenção para o papel dos funcionários do condomínio na identificação de situações fora da rotina. A ausência prolongada de uma moradora foi percebida pela zeladora, que, diante da situação, buscou verificar o que havia ocorrido e comunicou o familiar.

Em ocorrências dessa natureza, a preservação do local e o acionamento das autoridades são fundamentais para que os procedimentos de perícia sejam realizados adequadamente. A administração e os funcionários do condomínio devem evitar interferências no imóvel e seguir as orientações dos órgãos responsáveis pela investigação.

A ocorrência permanece registrada na 134ª Delegacia de Polícia de Campos dos Goytacazes. As informações sobre a causa da morte passaram a ser esclarecidas a partir dos exames realizados pelo IML, enquanto os demais elementos relacionados ao caso permanecem sob análise das autoridades competentes.

Fonte: URURAU JORNAL ONLINE